cryptosporidium

Bactérias, vírus e protozoários podem causar doenças. O Cryptosporidium é um protozoário problemático do ponto de vista do tratamento de água, porque produz corpúsculos semelhantes a esporos conhecidos como cistos. Esses cistos, geralmente com diâmetro de apenas 4 a 6 µm, possuem uma carcaça externa dura que os torna altamente resistentes ao cloro e permite que sobrevivam por meses fora de um hospedeiro.
 
O Cryptosporidium vive nos intestinos de seres humanos ou animais infectados e pode causar uma doença chamada criptosporidíase. Em pessoas com sistema imune comprometido, os sintomas podem ser graves e resultar em doenças potencialmente fatais. Mesmo em indivíduos imunocompetentes, o parasita pode causar diarreia aquosa, cãibras estomacais, desidratação, náusea, vômito, febre e perda de peso.

 Águas recreacionais, como lagos, açudes e rios, podem estar contaminadas com Cryptosporidium. A alta tolerância ao cloro permite que o parasita sobreviva na água clorada potável e de piscinas. Filtração com areia e exposição à luz UV foram utilizadas com sucesso contra o Cryptosporidium, mas as membranas proporcionam uma barreira absoluta e são o método de tratamento mais eficaz.

A filtração por membrana oferece vantagens cruciais em relação aos métodos convencionais. A qualidade final da água independe da qualidade da água de alimentação e a ultrafiltração (UF) proporciona uma eficiência de remoção superior a 6 logs (>99,9999%), se necessário. Isso permite reduzir significativamente o uso de desinfetantes e pode até mesmo tornar os desinfetantes e o monitoramento de Cryptosporidium obsoletos.  

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